Parque Nacional Alpino vs Parque Nacional de Budj Bim
Dois parques no estado de Victoria. Parque Nacional Alpino tem 2 ingressos e passeios para reservar; Parque Nacional de Budj Bim tem 1 ingresso ou passeio para reservar. A tabela e as duas notas abaixo comparam-nos lado a lado; as páginas completas indicam, para cada um, o que ver, o ingresso e a melhor época.
O Parque Nacional Alpino é o maior parque de Victoria, as terras altas dos Alpes Australianos entre o monte Hotham, Falls Creek e a fronteira de Nova Gales do Sul, a quatro ou cinco horas de Melbourne, e é um parque para percorrer de carro próprio e a pé, com pouquíssimas excursões organizadas; as cavalgadas a partir de Tawonga, no vale do Kiewa, conduzidas pelas famílias dos vaqueiros da montanha por entre os eucaliptos-das-neves das Bogong High Plains, são a exceção e a maneira mais australiana de conhecê-lo. Quase tudo o mais que se vende sob as palavras parque alpino se refere a outros países. Não há taxa de entrada; as estâncias alpinas de Hotham e de Falls Creek, que ficam dentro dos limites do parque, cobram entrada e estacionamento na temporada de esqui, e os campings e refúgios da Parks Victoria são gratuitos ou reservados pela internet.
Budj Bim, conhecido até 2017 como Mount Eccles, é um pequeno parque em torno de um vulcão extinto nas planícies de basalto do sudoeste de Victoria, e está à frente de uma das paisagens culturais mais notáveis da Austrália, que desde 2019 é Patrimônio Mundial da UNESCO. Fica perto do lugarejo de Macarthur, a uns quarenta quilômetros ao sul da cidade interiorana de Hamilton, a quarenta e cinco minutos para o interior a partir da vila de pescadores de Port Fairy, e a três horas e meia ou quatro de estrada a oeste de Melbourne, de modo que se encaixa naturalmente no extremo final de uma viagem pela Great Ocean Road. Não há transporte público. A entrada no parque nacional é gratuita, e ele tem um camping agradável entre as árvores, abrigos de piquenique e um painel informativo, de onde partem várias caminhadas curtas. A caminhada da borda da cratera, de 2,6 quilômetros, dá a volta acima do lago com vistas para dentro da cratera e sobre as planícies;